meu peito é um buraco sem fundo. bem assim, sem poesia nenhuma. reconheço. aceito. e não faço ideia do que fazer com isso.
até os errados, os proibidos, tão sofridos.aquele há muito deixado atrás voltou para me ensinar outras coisas. não sem dor.
eu só queria silêncio e sossego para me organizar, estudar, ler, mas não tive. uma necessidade vem se tornando imperativa: a minha casa. mais um chamado da vida.